domingo, 9 de agosto de 2009

Um conto de fadas

Era uma vez uma singela pessoa, que por um encantamento surpreendente foi lançado, arremessado, como em um precipício de incógnitas, todo escuso e intrincado, em uma espécie de floresta de lamentações, onde penumbras e sombras do inconsciente, passavam a assustar e segui-lo em passos compassados e em barulhos específicos e ritmados, cada vez mais fortes e com maior freqüência. Não havia caminhos a seguir. Estava literalmente perdido. Não havia novelos de ouro para guiá-lo por uma possível saída, e por mais que andava, mais se aprofundava e se aprisionava neste labirinto sem paredes erguidas, entretanto com fronteiras muito bem definidas.
Tornou-se possível, para passar a noite, se abrigar em casas, algumas toda pequenina, outras enormes, algumas na medida certa, de mais variadas paredes sendo de palha, de madeira e pedras, porém independente da resistência desta proteção, os deuses do vento, sopraram tão fortemente, que avalanches de sentimentos e emoções levavam de tudo, desde paredes até as esperanças, até só sobrar apenas a tua lembrança, uma possível solução era manter-te alimentando a chama do amor, que coordenava a razão. Esta lembrança esvoaçava, levando toda a razão da chama. Deste modo, angustiado e sofrendo passou a correr atrás deste bem mais precioso, seguia-se, por aquilo que poder-se-ia chamar de caminho.
Passavam-se casas, personagens, pulava castelos, ilusões, lagos, animais, desviava de reis e reinados, cruzavam culturas, magias e religiões, mas não se notava, apenas se fazia notar, como o perseguidor do sonho de amar. Muitas vezes encontrava acompanhantes, dos quais compartilhavam cestas de comidas, amizades de mineradores em miniatura, conversas de diversos tamanhos, encontravam-se famílias de ursos, fadas azuis, duendes e sorrisos em faces e apenas sorrisos. A corrida se fazia de comparações, como se tentasse pegar um coelho branco todo eufórico, que passava por portas de pequenas casas, subiam-se em camas grandes, duras, confortáveis e por outras pequenas e macias, corria por cima de mesas gigantescas com bules e candelabros tagarelantes, nem sequer podia desfrutar das lindas paisagens por onde passava, pois estava sempre em busca da tua lembrança.
Corria em trechos onde não haviam caminhos, voava em tapetes mágicos, agarrava-se em cometas, caminhava por passarelas de tijolos de ouro, que de tão dourados se confundia com o brilho do sol, pegava carona em nuvens de tempestades, navegava em lagos de profundo mistério, desvendava mares de dúvidas, escalava cordilheiras de angústia.
Conhecia piratas, fadas, bruxas, garotos voadores que nunca envelheciam e tantos outros admiradores desta incessante busca. Encontrava maçãs envenenadas de ódio, duelava com exércitos de ciúmes, pisava em abóboras podres da desilusão, discutia com grilos e pedaços de madeira, ambos falantes que tentavam criar a desistência do objetivo, era cercado por legião de cartas das quais de amor nunca foram enviadas, tropeçava em tranças imensas, colidia com anões, com espadas e dragões, atravessava em frente de carruagens com belos cavalos, via sapatos de cristal reluzindo a perda de um sonho e pensava em parar, entretanto prosseguia cruzando e interrompendo valsas entre belas e feras e mesmo assim o sopro que se fazia ventania, não cessava, e a imagem daquilo que era mais precioso praticamente sumia ao horizonte do reino encantado.
As forças se esgotavam, porém o desejo de novamente estar perto do amor era mais forte, e evidenciava esta garra, que sempre fazia dar mais um passo, os sinos de uma catedral soava as horas ímpares e logo corcundas cessavam o som, como se quem ditasse a hora agora seria o sol que se esconde, fazendo assim a lua como espectadora daquela busca e as estrelas que vibram constantemente, como torcedoras natas iluminavam todo o caminho.
O tempo girava a favor do relógio e contra a ocasião.
Parou em uma rocha, na margem de um lago, que refletia nitidamente toda expectativa da Lua e das estrelas, para descansar, assim fez-se sair uma lágrima de angústia, que sobressaia às gotas de suor da busca incansável pelo amor.
Um estrondo ecoou por entre as árvores e que agitou todos os pássaros, que em revoada não notam que antes de que esta lágrima caísse ao lago, um tiro com a mais potente arma que já se ouviu e que já se pode comentar transpassa e aniquila o possível sonho de encontrar aquela lembrança. Todo o fulgor, exaltação se resumem a suspiros agoniados pedindo que se repita apenas mais uma vez tudo aquilo que o fez chegar até aquele lugar e antecederam aquele momento.
O líquido de vida, escorre colorindo o lago com uma cor vida, como se celebrasse a vida, entretanto o empalidecia ao ponto de estar mais branco do que a Lua e ao ponto de fechar os olhos e só.
Por entre fadas, animais, grama e água, surge com ar de soberano um caçador que deseja retirar-lhe o coração, simplesmente para oferecer em troca de uma promessa, surge um dragão disposto a dar-lhe metade do seu coração para que possas viver, porém desatina-se ao repouso. Repouso profundo.
Há beijos que tentam acordá-lo, há canções de vida, há fadas de todas as cores, há feitiços de todas as origens, há cestas de frutas, flores, e súplicas, porém a única coisa que não se cita nesta história é o final, pois os ventos fizeram com que o ato de conjugar “E viveram” em primeira pessoa do plural tomasse distâncias incontáveis, e a mais perfeita e misteriosa arma, fez com que o “para sempre” terminasse agora.
Não haveriam mais páginas, pois o aquele amor, aquele sonho não sentira saudades do seu perseguidor apaixonado, e não voltara, muito menos correra atrás daquela lembrança, que um dia os deuses do vento ousaram em assoprar ao teu lado.
Não ousaria terminar este conto para que não se torne extinta a esperança, pois em contos, este amor ainda existe, vive e se mantém caloroso, procurando, ou não, um final, mas que este momento seja “feliz”.

Ei... Eu não te escuto mais.

Na neblina densa deste vale assustador em que se encontram, ou melhor, em que se perdem os apaixonados, tantos os devotos do estilo platônico de amar, ou mesmo aqueles que se encontram sem rumo, e sem destino, há vozes, que falam, sussurram o teu nome, dizem palavras boas, nos iludem em imagens vestidas de névoas caracterizadas pelo pensamento, são os sonhos, que e primeiro momento são bons por nos fazerem sentir um bem estar repentino, ligeiro e vago de que somos amados também, entretanto logo ficamos aprisionados e tão aficionados que nos enrolamos e imobilizamos nossos próprios movimentos pelas fitas de cetim do(s) nosso(s) próprio(s) sentimento(s), assim diriam os depressivos.
Os olhos descansados no travesseiro recebem os primeiros raios da ofensiva luz, e aqueles sons dos sonhos se tornam mais intensos e reais, nos chamando com vozes enfáticas e fazendo-nos refletir pensamentos distintos de uma forma unida, e vendo que todos os magníficos sonhos e desejos são impossíveis de realizar. E simplesmente culpamos o destino.
As imagens do dia, os sorrisos, a grandiosidade do nascer do sol, a sutileza da presença de uma flor, uma rosa em teu caminho, aquele sentimento bom, que nos afaga em saudades e lembranças, aquelas estrelas surgindo em um céu azul em tona alaranjados com a despedida do sol, e aquele sentimento de querer estar ao teu lado, compartilhar momentos e por que não, te ver logo alí, adiante, motiva as pernas a dares alguns passos na tua direção, fazendo assim esvaecer-se, como se fosses parte daquela neblina que assusta. Imagens na televisão, olhares, e outras cenas me fazem ter-te assim, e logo desaparecer como impossível.
“Impossível” a palavra que mais tenho escutado ao refletir no “eu te amo” que te digo, que te disse, e aqueles que eu queria dizer.
Impossível, não se vive em contos de fadas, onde sapos viram príncipes, portanto impossível ser príncipe, onde princesas são aprisionadas em torres mais altas, entretanto não há torres, mas sim a distância, impossível fazer com que uma “Bela” realmente se apaixone por uma “Fera”, por mais belo e sutil este conto de fada apresenta-se, viram-se as páginas, onde nunca se encontra no “Viveram felizes para sempre” (ou para sempre mais um) entretanto o livro se fecha, e com ele todas as imagens ficam apenas no olhar.
Não escuto mais dizeres que é impossível, não ouço mais você me dizer nem sequer um “Olá”, “Saudades de ti” ou qualquer palavra que seja, não escuto mais nada, nem os barulhos das cigarras dizendo que haverá uma chuva que limpará o meu horizonte, nem o som dos pássaros já me trazendo boas novas.
Não quero mais escutar óperas de melancolia, onde os instrumentos suplicam em choro todo o sentimento que o coração não consegue fazer exaltar. Nunca me esquecerei da tua voz, mesmo não conseguindo escutá-la, nunca me desapegarei da tua imagem, mesmo não conseguindo vê-la, não estará fora de meus planos sentir um abraço como aquele que senti antes, entretanto sussurro este texto para que os ventos soprem-no até ti, mas o mais importante é soprem com força de mim, e com ele, toda esta névoa e neblina que me impedem, hoje, de ver o mundo a minha volta saiam, e que eu possa me sentir livre novamente.
Desamarrado de amores, estas fitas de cetim estarão bem guardadas para o caso dos sonhos, onde você as pede para mim, simplesmente para me amarrar a ti, e assim construirmos, junto, todo o cenário e a história que pode se compor nas páginas daquele que descreveremos como nosso conto de fada.

Hoje sou eu... Que mando

Hoje cubro-me de uma esperança companheira. Acredito em mim e que dentro de mim construo os meus próprios sonhos, as minhas fagulhas de idéias ou mesmo as minhas ansiedades. Hoje sou feito do amanhã desejado. Abrigo-me das inconveniências e afasto os temporais de uma vida pré-anunciada. Da vida que querem que eu tenha. Entretanto não a desejo a mim. De todo o condicionamento imposto, de todas as regras a seguir, de todos os protocolos de exatidão e imperfeições. Hoje sou eu que mando. Assim desejo que seja, eu mando em mim e no meu destino.
Busco no espaço que me rodeia a mesma sensação que me guia, retoco e refaço assim o meu caminho e desenho aquilo que seja o meu destino.
Aconteça o que acontecer, Faça o que fizer, será sempre uma vitória, porque a cada acontecimento o amor que acontece é a seqüência de cada passo dado ao rosto do destino que almejo.
Nasce o sentimento de querer ser um sol abrasador dos dias por viver e nas noites que se seguem, de conseguir ter a capacidade de ser Lua cheia para iluminar as faces deste amor que neste instante coloca-se a sonhar e entre muitas noites serenas, que o sono não nos faz companhia e nos fazem desejar, aqueles momentos gestos que, em conjunto, trocaremos no céu de algum sonho.
Hoje sou assim, e espero receber-te, sorte dos meus prazeres que, na lucidez do meu sentimentos, procuram o meu corpo. Hoje estou aqui! Aqui onde sabes que poderás encontrar-me. Aqui onde sempre me procuras, mesmo que não queiras saber de mim…
Despedidas de hoje, sendo aquilo que estiver programado a vir desejo que hoje, amanhã e sempre, para mim, será sempre uma vitória porque me libertei do que restava de mim e renovei-me para receber a felicidade.
Hoje espero-te.
Lembra-te que hoje sou eu que mando e, aconteça o que acontecer, será sempre uma vitória…

Coisa que não se explica

O negro véu da noite delicadamente cobre todo o horizonte deste apaixonado, entretanto a Lua e as estrelas não trazem boas notícias, algumas vezes elas somem como se não conseguissem entregar o recado, são mais sentimentais e preferem se esconder de receio, fazendo com que se torne mais escuro ainda, criando a ilusão de que este véu passa a sufocar, asfixiar, o coração e a alma, todo este ser que ama.
Os olhos fechados, ou abertos, a escuridão é a mesma pelo simples fato de não haverem estrelas nem luas na mente, muito menos sentimentos iluminadores no céu. É a dor da saudade que aperta, retorce e estraçalha o coração, ou simplesmente um amor, que não se demonstra real?
“É mais importante saber que espécie de pessoa tem uma doença, do que saber que espécie de doença esta pessoa tem.”
Um amante, apaixonado literalmente, este é o paciente da vez, apresentando sinais e sintomas específicos, dores musculares, principalmente no músculo cardíaco, podendo apresentar arritmias, como se uma descarga sobrenatural de neurotransmissores atingissem o nodo sino-atrial e se disseminassem em impulsos elétrico fervorosos para os nodos atrioventriculares e uma forte contração de emoções impulsiona aquilo que designam a vida da circulação e a dor da emoção.
A mente se estagna, e inerte passa a flutuar, os olhos se abrem, se fecham, e as imagens que antes não passava, torna o escuro daquela cena, com uma imagem, um sorriso de vida em um túmulo onde enterramos um tempo já decorrido, as sinapses de lembranças passam a comandar.
O corpo padece, e tende a se manter em nostalgia, mantendo no estado basal ou de sonolência onde facilita todo o comando dos sonhos. Surge cenários já passados, pessoas já amadas, um castelo, dragões e tudo aquilo que o ópio e o ócio correlacionados ao profundo desespero de ver-te, tendem a demonstrar.
Todas as relações fisiológicas, tendem a ficar na mais estreita faixa com as severas alterações patológicas, fazendo assim os limites de imaginação da dor e de sensibilidade para o mundo se tornem incoerentes.
Apresentam-se uma visão diferenciada, onde tudo e todos são um só, toda vibração mecânica no ar, toda sensibilidade de mecano, noci e termoreceptores de toque sejam confundidos com nada daquilo que é real. A tua imagem ainda atormenta o paciente, que regride neste quadro, mesmo mantendo um grau de sanidade e de Glasgow normais, ou mesmo compatíveis para a vida.
Não sabemos nada do doente, não sabemos nada da doença, o que se tem são apenas palavras, pensamentos e imagens que me levam ao fármaco mais apropriado, entretanto este não é produzido em larga escala, muito menos apresenta-se em uma versão genérica, que considera-se falso, ou mesmo poderia apresentar um efeito placebo temporário.
Desisto de diagnósticos complicados, fujo de simpatias, mandingas ou muito menos técnicas de chantagem pessoal, opto por se tiver que sofrer deste mal, que sofra, mas que saiba você, único remédio e droga que exista, sendo que o que separa as duas colocações é a dose, sofrerei intensamente e por um período que será eterno até chegarmos a uma bifurcação do destino, ou me curo de vez e não necessito mais de doses, ou passo a ser completamente dependente.
Independente dos casos mencionados, saiba, não é por que não abri a tampa deste remédio, que não desejaria toma-lo. Apenas respeitei aquilo que a bula mostrava naquele momento.

Saudade

Por diversas noites que fico pensando
Se são destas noites que estou amando
Ou se são os amores que eu estou sonhando

Algo que o vento carrega
Entre fronteiras tão distantes
Mas aquilo que não leva
Do coração, é aquele instante

Uma luz que se apaga
Um amor que se afaga
Ao recordar na memória
uma amorosa história

Teu sorriso ilumina a noite
Que se faz te tão alegre
Por tudo, amo-te
Saudade que se celebre

domingo, 2 de agosto de 2009

Tudo misturado – Um tanto confuso!

Quero cair livremente pro nada, quero deixar esse mundo por enquanto.
Eu faço as coisas assim, com a maior naturalidade, sem pensar nos sentidos e nos perigos, assim você está presente nos pensamentos, nas coisas, na vida, pois és especial demais na minha vida (hoje digo que te amo - acho que esta é a sexta ou sétima vez que eu já me declaro, mesmo que em algumas vezes tu nem perceba), e volto e repito, és especial demais, assim como quem apareces nas coisas que eu escrevo simplesmente pelo fato de coisas boas para mim, são sentimentos de felicidades e assim lá estás, e sempre, eu digo sempre em meus pensamentos, mas você me surpreende.
Às vezes me pego sonhando em ter-te por perto, com todo este charme, com este carisma, e sorriso que me encantam e sinceramente não, não és apenas uma parte do meu sonho (volto a dizer que isto não é uma cantada, muito menos uma tentativa de conquista) não és simplesmente uma parte do sonho, pois agora estás aqui, enquanto eu estou acordado... E este momento eu quero aproveitar!
Quero cair livremente pro nada, quero deixar esse mundo por enquanto.
Sou difícil sim, mas acredito que ao conversar contigo amoleço ao ponto de dizer que és tão especial, e que todas as palavras que já usei, que todas as tuas imagens que aparecem na minha cabeça de vez em quando, que algumas de nossas conversas em que relembro e que toda a alegria da sua companhia enfatizam aquilo que apenas palavras não diriam... TE AMO!
O sorriso já não me basta, perguntará por que escrevo, escrevo pelo motivo de apenas um sorriso não me basta, e não me basta o pranto nem a raiva deste momento, assim eu escrevo mais e mais, assim pelo simples fato de que eu acredito em você, que tudo em que toda aquela garota que me cativou e que me cativa ainda vive aí, escondida neste sentimento enegrecido e triste, escrevo por que sei, sinto e pressinto que juntos venceremos esta derrota!
Assim diriam algumas palavras sábias: “Sempre que houver alternativas, tenha cuidado. Não opte pelo conveniente, pelo confortável, pelo respeitável, pelo socialmente aceitável, pelo honroso. Opte pelo que faz o seu coração vibrar. Opte pelo que gostaria de fazer, apesar de todas as conseqüências!" (Osho).
Quero cair livremente pro nada, quero deixar esse mundo por enquanto.
Porém ainda tenho uma dúvida: “O que é que faz a gente se apaixonar por alguém? Mistério misterioso. Não é só porque ele é esportista, não é só porque ela é linda, pois há esportistas sem cérebro e lindas idem, e você, que tem um, não vai querer saber de descerebrados. Mas também não basta ser inteligente, por mais que a inteligência esteja bem cotada no mercado. Tem que ser inteligente e... algo mais. O que é este algo mais? Mistério decifrado: é o jeito. A gente se apaixona pelo jeito da pessoa. Não é porque ele cita Camões, não é porque ela tem olhos azuis: é o jeito dele de dizer versos em voz alta como se ele mesmo os tivesse escrito pra nós; é o jeito dela de piscar demorado seus lindos olhos azuis, como se estivesse em câmera lenta. O jeito de caminhar. O jeito de usar a camisa pra fora das calças. O jeito de passar a mão no cabelo. O jeito de suspirar no final das frases. O jeito de beijar. O jeito de sorrir. Vá tentar explicar isso.”
Quero cair livremente pro nada, quero deixar esse mundo por enquanto.
Creio que não há embrulhos a não ser o meu abraço, que lhe envolveria, acredito que não há enfeites exceto o meu sorriso ao notar a tua real presença e o teu contato, o teu cheiro e os teus olhos, pelos quais eu costumeiramente sonhava, e me irradiava de tanta alegria. Não há presente maior do que fazer valer tudo aquilo que já foi dito, onde o amor não se postará a calar-se. E ao encontro do coração inquieto que freneticamente procura-te. Ao silêncio da tua espera.
Eu sou este, um cara enigmático, cativante e uma envolvente figura, me postaria a ser como uma carta no baralho, mas não me atenho a ficar com apenas uma cor, naipe ou apenas uma figura, eu me altero, e se assim me achares louco, prontamente eu concordo. Pois apresentarás mais argumentos que comprovem a minha loucura, do que eu que as negue... Sou do tipo de pessoa que faz tudo por um sorriso!
"Aos sonhos as distâncias desaparecem, ou em um passe de luz, esticam de uma forma que o tamanho desta galáxia que criamos em nossos olhos seria um ínfimo passo a diante. Assim sentimos um palpitar, um apertar no coração, mas quem é que ousa abrir os olhos?".
Assim quem sabe na próxima páscoa nós dois não estaremos fazendo muita bagunça na cozinha fazendo alguns dos tão famosos ovos de chocolate, e fazendo a noite, pois "na noite a lua é só lua... quem a faz perfeita são os amantes".
Quero cair livremente pro nada, quero deixar esse mundo por enquanto.
Passei a ser uma lucidez fora do comum, típico de apaixonados, quando se trata de julgar o mundo e as pessoas, onde confia em todos e todos são bons até que se provem o contrário. E toda vez que abre a boca, ou usa as palavras diz a coisa certa. O problema é que vive com um pé no chão e outro na lua, ligando e desligando sua atenção com uma rapidez incrível assim fico agora pensando que o "eu te amo" fosse forte demais para se dizer para uma garota demais de especial, mas que nunca vi pessoalmente, creio que seria inevitável que não pronunciasse "eu te amo" mesmo que não fosse hoje, amanhã ou mesmo que eu já tenha digitado e tenha apagado o que digitei apenas pelo fato desta dúvida, seria inevitável que um dia, e como foi hoje de lhe dizer, aliás... infelizmente de lhe escrever isto!
Quero cair livremente pro nada, quero deixar esse mundo por enquanto.
Viaja, voa alto, volta e viaja constantemente, por isso muitas vezes, parece estar nem ai com o que ocorre no mundo ou a sua volta. Liberdade, para você, é a coisa mais importante do mundo e, por isso, costuma fugir, sumir e resolver sozinho seus problemas, sem pedir ajuda ou conselhos a ninguém. Ordens? Você as detesta, tanto dar quanto receber, por este motivo faz favores.
Quero cair livremente pro nada, quero deixar esse mundo por enquanto.
Preciso esquecer você.
Quero cair livremente pro nada, quero deixar esse mundo por enquanto.
Se eu falar, nem sempre palavras em imenso número quantificam e qualificam o que pode-se sentir, seria algo como um plágio de outras coisas, como poesias, músicas e corações... Mas o importante mesmo é ter-te ali, aqui, comigo!
Se tu voltar e eu não estiver... Beijo, Beijo, Beijo! Se eu estiver, então até logo e para estas e outras situações... (não... não é Master card) Eu te amo!
Quero cair livremente pro nada, quero deixar esse mundo por enquanto.