sábado, 10 de janeiro de 2009

Um título? Me consome os pensamentos.

Hoje me visto com o verde esperança, vivo-o. Tacitamente, acredito em mim e construo os meus próprios sonhos, os meus lampejos ou as minhas ansiedades e por que não, as minhas insanidades. Hoje sou feito do amanhã desejado, idealizado, um amanhã. Protejo-me das ventanias e afasto os temporais de minha vida. Da vida que querem que eu tenha. Eu não! Não aceito os desperdícios dos que se afastam. Não aceito nada! Hoje sou eu que mando. Em mim e no meu destino. Este controle pode ser ilusório, mas sou eu quem comando o leme de meu barco, que posso estar perdido, mas sou eu que estou guiando. Sigo por estrelas que não conheço, por luas e sóis que me iluminam. Me guiam, sinto que não estou perdido.
Busco no espaço que me rodeia a mesma sensação que me norteia, retoco assim o meu trilho e faço o meu destino.
Nasce em mim essa consciência, esse poder, de querer ter um sol abrasador dos dias por viver e nas noites que se seguem, de conseguir ter a capacidade de ter a Lua para que o amor que nesta troca de olhares (o meu e o teu por acontecer…) entre muitas noites serenas, que o sono não nos faz companhia e nos fazem desejar, e idealizar algo que nos comovem, que nos alegram, algo que até então nos iludem.
Sóbrios fulgores de genialidade.
Hoje estou aqui! Aqui onde sabes que poderás encontrar-me. Aqui onde sempre me procuras, mesmo que não queiras saber…

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